
Um menino entra correndo pela porta da igreja que freqüenta há pouco tempo. Quando vê um homem vindo em sua direção. O garoto, no afã de agradar e fazê-lo amigo, cumprimenta-o:
- Oi!
O homem olha-o com severidade e diz:
- Não sabe que não pode correr nesta igreja? – e se afasta.
Aparentemente, um incidente comum. Entretanto, poderia ter sido muito diferente! Bastava que aquele homem dissesse: “Bom dia! Qual o seu nome?” ou “Está feliz por vir à igreja?”.
Poderia ter havido uma troca entre eles. E, no final da conversa, o gentil homem diria: “Gostei de conhecer você. Mas da próxima vez que entrar na igreja, não corra, está bem?”
Aqueles poucos instantes provocariam uma mudança toda vez que os dois se reencontrassem e garantiria confiança e amizade do menino. Ele teria a certeza de que aquele ambiente seria afetuoso, e se sentiria bem por freqüentar as reuniões da igreja e encontrar aquele bom amigo.
Este garoto vai crescer. No futuro, poderá ser um esportista profissional, um médico ou um educador. Poderá ser um homem maravilhoso cujo estilo de vida seja exemplar e inspirador para outras pessoas.
Esta oportunidade permitira aquele homem conhecer um menino e este compreenderia que era parte daquela congregação. Aquele momento atrairia expectativas positivas para uma vida. Mas a oportunidade se perdeu.
E você, como agiria?
(Foto: © Laetitia Bouaziz – Fotolia.com)
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